terça-feira, 13 de dezembro de 2011

POESIA, PRA QUÊ TE QUERO?

imagem: poesiacronica.blogspot.com


Entre estudos e paciência
À procura dos versos perdidos,
Nós somos dissolvidos
No ácido da ignorância.

Entre papeis e canetas
Desenhando as contemplações,
Onde nascem as emoções
Embrenham-se os poetas.

Quando, caindo os cometas
Em rimas leves de luzes,
Poemas virarão cruzes
E expulsarão os capetas.

A.J. Cardiais
09.12.2011

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