domingo, 30 de abril de 2017

Indiana Gomes

Se os dirigentes do PT e do PDT estiverem preocupados realmente com o Brasil e com o povo brasieiro, eles unirão forças. Eu digo isso porque, o candidato a presidente mais bem preparado para enfrentar este ninho de cobras que se tornou a poítica brasileira, é o Ciro Gomes. Infelizmente o povo não consegue ver que Lula, depois desses atáques todo que sofreu e, principamente, depois que perdeu a esposa, está fragilizado. Isso o torna uma presa fácil para este monte de víboras (políticos, juízes, empresários...).

Talvez as pessoas  não tenham percebido, mas a maioria desses ataques que o ex-presidente Lula sofreu, de uma parte da população, foi por puro preconceito: de origem humilde, nordestino, sem nível superior... O que pode parecer besteira para algumas pessoas, para outras é primordial. Imaginem quantos "subordinados de nível superior", se sentiram incomodados por terem um chefe com estes "atributos".

Voltando ao nosso Indiana Gomes, além de ter uma vasta experiência no campo da política (foi prefeito, governador, ministro...), ele conhece muito bem as víboras da política e sabe o modo como cada uma ataca.  O filósofo Raul Seixas já dizia: "Para entrar no buraco do rato, de rato você vai ter que transar". E Ciro Gomes sabe disso muito bem. Reparem que nesse jogo de delação premiada, o nome dele não foi citado nem de brincadeira. #Acordapovobrasileiro!

A.J. Cardiais
09.03.2017
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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Minha Experiência com a Cannabis Sativa


Não tenho nada contra a liberação da maconha, mas acho é preciso pesar e repesar muito este ato, pois ela é a "porta de entrada" para drogas mais "nocivas". Não estou falando isso por preconceito ou por puritanismo, estou falando com conhecimento de causa. Tive e tenho vários amigos e colegas de trabalho que são usuários, mas usam numa boa: não incomodam nem prejudicam ninguém. Inclusive tem um desses amigos (o McLaren) que faz uso desde bem jovem, pois praticamente a família dele toda é usuária: pais, irmãos, tios, primos... E agora são os sobrinhos. E, por acaso, dois sobrinhos desse amigo, são meus sobrinhos netos. Para mostrar que eu tenho mais conhecimento de causa, o meu filho começou com esta “inofensiva” maconha, e hoje é usuário de crack (como ele diz: é “desbloqueado”, usa tudo). Como vocês podem ver, eu praticamente convivo nesse meio, pois tenho filho, amigos, sobrinhos e ainda tem os agregados: os primos da minha esposa também são usuários. Conversando com o MacLaren sobre esta liberação, ele me disse ser contra, porque tem muito usuário "vacilão". E apontou meu filho como um exemplo.  

O que eu quero frisar bem é que, assim como o álcool, tem pessoas que usam e não se tornam tão dependentes. Então não cometem atos que incomodam ou prejudicam a Sociedade. Se todos que usassem essa “inofensiva folhinha" só ficassem “numa boa”, fazendo suas musicas, pintando seus quadros ou simplesmente rindo à toa, seria ótimo. Mas tem pessoas que se tornam agressivas, tem pessoas que “fazem a cabeça” para criar coragem e praticarem assaltos, tem pessoas que usam esta “bendita folha" para outras coisas, que não é ficar “numa boa”. 

Como eu disse antes, meu filho começou a consumir esta “bendita erva”, e agora está consumindo a “maldita pedra”. Imaginem o trabalhão e o prejuízo que ele tem dado aqui em casa, roubando e quebrando tudo.   Ainda bem que o meu filho só faz essas coisas aqui em casa. Mas os primos da minha esposa, dois já estão “do outro lado”, um está sumido e outro foragido, justamente porque foram roubar ou procuraram confusão. Minha sobrinha (neta) (aquela da família de usuários) já foi presa duas vezes. Na primeira vez minha sobrinha (a mãe dela) se virou e arranjou um advogado para soltá-la. Na segunda vez ela passou uma temporada na detenção. Tem três amigos meus de infância que ficaram malucos. Deguinha, até pouco tempo atrás eu o encontrava pelas bandas do Pelourinho, completamente maluco. Negão, a última vez que eu o vi foi querendo parar um ônibus (pensou que era super-homem). Se o motorista não freasse, teria matado ele. Depois disso ele sumiu do mapa. O único que ainda vejo é Amintas. Eu sempre o encontro indo para o CAPS (centro de saúde mental), onde ele faz tratamento. Ele me reconhece, fala comigo, mas está “lerdão”...

Eu poderia citar outros exemplos, mas acho que só estes já são o suficiente para fazer com que os adeptos da liberação pensem bem. Acredito que tudo é uma questão de personalidade. Tanto o álcool como as drogas liberam o inconsciente da pessoa. Tem gente que libera o lado bom. Porém tem gente que libera o lado mau, o reprimido, o humilhado. Pensem bem, senhores deputados e senhores usuários que querem fazer uso “licitamente”.

A.J. Cardiais
21.03.2014
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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Sou "Caetaneiro"


Tenho algumas razões para dizer que sou “Caetaneiro”. Uma delas é a seguinte: em 67/68, numa das questões da prova (exame) de História do Brasil, eu respondi, sem pestanejar, Caetano Veloso (não lembro qual era a pergunta, só lembro da resposta). Quando acabava a prova, a turma ficava trocando informações sobre as respostas. Eu não gostava desta “resenha”, porque ficava sabendo antecipadamente o que tinha errado. Mas neste dia, o nome de Caetano estava me azucrinando e eu não conseguia me lembrar quem tinha sido esta pessoa na História do Brasil. Então aproximei-me de Maria Auxiliadora (a CDF da sala) e perguntei: Lia (o apelido dela), quem foi Caetano Veloso? Ela ficou pensando e falando: Caetano Veloso, Caetano Veloso... Até que deu um estalo, e respondeu: ah, foi um cara que apareceu na televisão ontem! E virou-se, para continuar a resenha. Fiquei logo sabendo que tinha errado uma resposta. Este era o meu mal: estudar assistindo televisão ou ouvindo musica. Talvez este tenha sido o primeiro momento em que o nome de Caetano Veloso entrou pra História do Brasil: com uma resposta errada que eu dei na prova. Esta prova ficou guardada comigo durante um bom tempo, depois não sei que fim levou.

Outro momento, este já bem distante do primeiro, foi quando, conversando com um colega de empresa chamado Álvaro, ele perguntou sem eu esperar: se tu não fosses que tu és, quem tu gostarias de ser? (ele era de Belém do Pará). Eu, sem pestanejar, respondi: Caetano Veloso. Ele, espantado, falou: ôxe, mas tu nem paraste pra pensar! Mas por que tu gostas tanto assim dele? Eu respondi: adoro a liberdade de ser, de Caetano Veloso.

Obs: naquela época (setenta e alguma coisa) Caetano pulava atrás do Trio Elétrico, no meio da multidão. Talvez seja daí que tenha saído o verso “mete o “cutuvelo” e vai abrindo caminho”. (é CUTUVELO mesmo, não é cotovelo, pois fica sem graça). É isso aí Cae, mete o cutuvelo e vai seguindo seu caminho.

A.J. Cardiais
27/02/2013
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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Um "Toque" Para As Mulheres


Assistindo o Programa Livre, vi uma entrevista de Leda Nagle com uma mulher (não lembro o nome) que fez uma pesquisa sobre traição. A pesquisadora disse que o que mais chamou a atenção dela foi o motivo pelo qual os homens traiam. Ela disse que a maioria traia, a procura de uma companheira. Não acreditando, ela foi procurar as amantes dos traidores, para esclarecer os fatos. As amantes disseram que muitas vezes, quando eles se encontravam, não tinham relação sexual. Eles ficavam conversando, contando os problemas etc. Já com as mulheres que traíam, ela não encontrou um denominador comum. Cada uma tinha um motivo diferente.

Não sou a favor da traição, mas tem gente que já nasce com o DNA da traição. Não importa o que se faça, sempre vai achar uma desculpa para trair. Isso acontece mais entre os homens, porque é fruto de uma Sociedade machista desde os tempos de Cristo. Aliás, Jesus foi o primeiro homem a dar atenção às mulheres. Para você ver o valor que a mulher tinha naquela época: nenhum homem queria ter filha. Quando tinha, era como se fosse uma coisa ruim. Talvez fosse por causa do dote. A mulher, para se casar, o pai teria que dar um dote ao noivo. Até pouco tempo atrás existia esse negócio de dote. Praticamente era como se o pai estivesse pagando para casar a filha.

Mas o assunto aqui é traição. Acontece que muitas mulheres traem, também, por falta de companhia. Mas elas não se dão conta do que está acontecendo. Até hoje a mulher é criada para fazer amor, por amor. E não por uma “necessidade física”.  Então, quando elas têm a primeira relação sexual, se for com alguém que as façam “irem às nuvens”, elas se apaixonam, acham que é amor. Já os homens seguem o instinto animal. Aliás, instinto animal não, o animal só faz sexo para perpetuar a espécie. Seguem o “despertar” para o prazer. Um colega meu contou que fazia sexo com uma bananeira. Era assim: ele fazia um furo na bananeira, “forrava” com um pedaço de carne, e mandava brasa. Tive um vizinho que matou algumas galinhas da casa dele. Ele me contou que ficou observando um ovo, e pensou: se ela põe um negócio deste tamanho, então... Aí foi lá, saciar o instinto. Quando acabou, a bichinha saiu se batendo, e morreu. E ele só parou porque o pai dele descobriu. Já ouvi casos de relações sexuais com vários tipos de animais: com égua, cabra, vaca, cadela...

Já com a mulher não é assim. Quando “desperta” o desejo sexual numa mulher, geralmente ela cai na mão do primeiro cara que sentiu o “aroma do despertar”, e soube conquistar a confiança dela. Aí a pobrezinha, quando “vai às nuvens” (às vezes), pensa que encontrou o príncipe encantado, que aquele será o amor da sua vida para sempre.
Quando não é assim, tem muitas que casam sem saber que troço é o orgasmo, o que é ir às nuvens. Uma me contou que levou vários anos casada, sem saber o que era isso. Quando ela estava no meio das amigas, e as ouvia falando sobre a noite amorosa, dizendo que foi às nuvens, que foi assim, que foi assado...  Ela não falava nada. Ficava só pensando: Mas quanta bobagem. Uma besteirinha de nada, e elas ficam fazendo essa coisa toda.

Aconteceu que o marido dela a trocou por outra. Ela levou um tempo sem querer saber de ninguém, até que um dia, sem esperar, envolveu-se outra vez.  Felizmente o namorado soube conquistar sua confiança e ter paciência para aguardar a “primeira vez”. Quando a coisa aconteceu, e que o namorado a fez ‘ir às nuvens”, ela só pensou numa coisa: Então era disso que as minhas amigas estavam falando, não era daquela “coisinha” que eu sentia com fulano... Agora foi a vez dela de chegar contando as besteiras para as amigas.

A.J. Cardiais
15.03.2012
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Por Um País Melhor, Como?


Vejo as pessoas se queixando sobre os políticos e a política, na internet, nos bares, nos transportes coletivos... Enfim, em tudo. Mas ninguém luta para se melhorar. Se nós queremos mudar, temos que lutar. Lutar até contra nós mesmos, contra nossos hábitos, contra os nossos princípios. Não adianta alguém querer um Brasil melhor, se ele mesmo não procura melhorar, para que isso possa tornar-se realidade. De que adianta a pessoa participar de uma manifestação contra os corruptos, “encher a cara” de bebida alcoólica, e depois ir dirigir? Ela já estará cometendo uma inflação de trânsito. Pior ainda se ela for presa pela policia, e “dar um troco” para ser liberada. Já estará praticando uma corrupção. Em menor escala, mas é a mesma coisa. E assim são muitas e muitas coisas que nós praticamos sem nos darmos conta de que não estamos fazendo a coisa certa.

Muita gente reclama da violência, mas não se dá conta de que está cometendo uma violência quando liga seu aparelho de som (potente) com o volume “nas alturas”. Não percebe que está “agredindo” o ouvido da vizinhança. Reclama de alguém que “fura a fila”, mas faz a mesma coisa quando encontra algum amigo que está mais à frente, passando-lhe as contas. São pequenos atos que as pessoas cometem, sem imaginar que (analogicamente) estão fazendo as mesmas coisas que os políticos. Este ato de ligar o som para incomodar a vizinhança é prepotência, é arrogância, é abuso de poder. É querer mostrar que tem um som potente, e ninguém mais tem. Se tiver algum vizinho que tenha um som potente também, (e que seja ignorante) vai virar uma “Babel sonora”. 

É lógico que os atos dos políticos prejudicam milhões de pessoas, não tem nem comparação com essas “ilustrações” que acabei de fazer. Mas nós não podemos esquecer que o nosso país é “regido pela Lei de Gerson” (Gosto de levar vantagem em tudo, certo?). E com um povo seguidor desses “princípios”, fica um pouco difícil mudar alguma coisa na política.  Não lembro agora quem disse isso, mas aqui serve muito bem: “Cada povo tem o governo que merece”.    

A.J. Cardiais
12.01.2012
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domingo, 16 de abril de 2017

Eu, Um Anti-Poeta?


Acho que sou um anti poeta, ou não existe nenhum poeta em mim. É só um personagem, um “encosto”... Sei lá. Não sei definir o que é “ser poeta”. Só acho que não é “só escrever poesias”. Deve ser muito mais do que isto. É uma filosofia de vida ou algo assim. Talvez eu esteja exigindo muito do pobre poeta, mas é assim que penso.

Quando tenho que participar de algum evento que é preciso dizer qual é a minha “função”, digo “poeta” com tanta timidez, que até parece que estou mentindo. E quando alguém me chama de poeta, eu adoro o título, mas fico como alguém que recebeu uma armadura bem maior que o corpo.

Para mim, ser poeta é uma responsabilidade muito grande. Quando penso em Castro Alves, Gregório de Matos, Cuíca de Santo Amaro, Rodolfo Coelho Cavalcante... (isto, só na esfera da Bahia) me sinto pequenininho. Não me acho digno de ostentar o título. O que alivia meu sentimento é ver tanta gente, só porque escreve alguns versos, se auto intitulando de poeta, sem ao menos procurar conhecer a história dos grandes poetas; sem procurar saber alguma coisa sobre a própria poesia. Mesmo que não faça uso do que leu, acredito que seja necessário saber “onde está pisando”. Eu, pelo menos, procurei e procuro saber alguma coisa sobre os poetas e sobre poesias. É esse pouco saber que me salva.

A.J. Cardiais
15.11.2011
imagem: a.j. cardiais

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Como Serpentes


Tem pessoas que não podem ver alguém feliz (principalmente quando a pessoa não possui nada), que logo vem oferecendo uma maçã, envenenada com seus "ideais de felicidade".

Procuram injetar no pobre felizardo, que ser feliz é possuir isso, possuir aquilo, comer muitas coisas gostosas, viajar, beber champagne, vinhos finos, uísque etc. Enfim: tentam passar seu "inferno consumista" para o paraíso do pobre felizardo.

Depois que conseguem envenenar o pobre felizardo, vão embora. Deixado para trás um pobre coitado, que vai passar sua vida jogando na loteria, em busca da tal “felicidade”, que disseram que só o dinheiro traz.

A.J. Cardiais
10.02.2012
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Descrevendo o Cara


Jurandir: negro, alto, bom de briga, (aprendeu artes marciais sozinho) manejava um “muthaco” (Não sei o nome. São dois pedaços de paus presos por uma correntinha nas extremidades) com uma habilidade enorme. Tinha não sei quantos filhos. Todos com mulheres diferentes. Também o cara, além de ensinar dança afro nos blocos carnavalescos, tinha uma bela estampa, um bom papo e um sorriso que não tinha mulher que aguentasse.  Financeiramente ganhava a vida como pedreiro, pintor... O que pintasse.

Ele me contou que um dia saiu com uma menina, e logo começaram os “amassos”... Na hora que a coisa estava esquentando, ele lembrou que não tinha dinheiro pro motel... E agora, o que fazer? Foi aí que a menina, já querendo ir para os “finalmente”, resolveu ir para uma casa que ela estava ajeitando para morar. Chegando lá, só tinha de móveis algumas cadeiras. Mas tinha o principal, que eram os lençóis. Forraram o chão e mandarem ver... Quando acabou os “finalmente”, na hora de dormir, quem disse que ele dormiu no chão? Ai eu perguntei: E você dormiu onde?  Ele me respondeu: Peguei as cadeiras, juntei e dormi. Eu tenho um medo retado que um carangogi entre no meu ouvido.

Obs. Carangogi é um bichinho que parece uma cobra, cheio de perninhas e tem um cheiro horrível. Quando tocamos nele, ele se enrola todo. Parece inofensivo. Centopeia

A.J. Cardiais
22.03.2012
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terça-feira, 4 de abril de 2017

Paz e Amor


Minha única ambição é ter paz e amor. E se tiver que escolher um entre os dois, fico com a paz. De que adianta ter um amor, sem ter paz para curti-lo? Vejo muitos casais dizendo que se amam, mas vivem num inferno de desentendimentos, que o amor fica longe. Às vezes por ciúmes, às vezes por falta de respeito e compreensão. Eu digo sempre: onde existe respeito e compreensão, existe paz. Até entre inimigos pode existir paz, se os dois tiverem respeito e compreensão. Se o “mais forte” respeitar o espaço do outro, e evitar invadi-lo; e se o “mais fraco” for uma pessoa compreensiva, perceberá que o outro, que poderia trucidá-lo, respeita o seu espaço, passará a respeitá-lo não por medo, mas por ver que o inimigo é uma pessoa compreensiva. Cito isso porque existem muitos fracos abusados. Sabem que não podem com a briga, mas ficam fustigando o inimigo. Principalmente quando o inimigo o evita. Aí é que eles procuram ""aparecer"... 

Por aí dá para perceber que, onde existe respeito e compreensão, existe paz. Pode ser uma paz mentirosa, mas não existe medo nem confusão. Aquela coisa de: “ou medo, ou respeito”, não existe. Os casamentos de antigamente duravam porque, na sua maioria, eram alicerçados pelo respeito. A mulher não confiava no marido, mas procurava respeitá-lo. O homem, por sua parte, confiava na sua esposa. E, para “respeitá-la”, fazia suas traições longe. Em casa procurava parecer um “santo”. Então era muito difícil ver uma discussão entre casais. Com isso não estou querendo que as mulheres se tornem Amélia’s ou Emília’s...¹ Só estou citando o lance do respeito e da compreensão gerar a paz. Se as pessoas vivessem sintonizadas com essas duas palavras: respeito e compreensão, talvez o mundo vivesse em paz. Porque o amor, do jeito que as pessoas estão concebendo, só traz uma paz momentânea.

Obs ¹. Amélia é uma composição de Ataulfo Alves e Mario Lago, e Emília é uma composição de Haroldo Lobo.

A.J. Cardiais
10.02.2012
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