sábado, 2 de junho de 2012

Contrastes

imagem: google

Viver pra quê, se não puder amar?
O amor é minha razão de existir.
É o elixir
que expurga todo mal.

Amemos! Com todas as pessoas
do verbo Amar.
De todos os modos.
Com toda desobediência
gramatical.

“Que não seja imortal,
posto que é chama”. ( ¹ )
É um ardor que me chama
e me inflama a alma.

O amor me agita e me acalma,
me liberta e me domina...
Amar é minha sina.
O amor é o meu mal.

( ¹ ) Vinícius de Moraes
Em: Soneto da Fidelidade

A.J. Cardiais
20.09.2004

Um comentário:

Limonada Hippie® disse...

Isso que é um poema apaixonado! =)